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Artigos


A estratégia sofisticada da Globo para influir na eleição e ajudar Flávio Bolsonaro
Desta vez a Globo não precisa apoiar golpe de estado contra presidenta que não cometeu crime algum. Também não é necessário se dar ao trabalho de defender a prisão de um presidente, vítima de uma grande farsa judicial. Tampouco é o caso de promover outra campanha de criminalização explícita de um partido político, através do endeusamento de um juiz parcial e corrupto. Em 2026, a estratégia é outra. E é forçoso reconhecer que é bem mais sofisticada, embora tão sórdida quanto à
Bepe Damasco
há 1 dia


Pesquisa eleitoral em clima de Carnaval vale tanto quanto uma nota de 3 reais
Não foi preciso recorrer a nenhuma bola de cristal para se prever o óbvio: depois do forte bombardeio midiático à escola de samba Acadêmicos de Niterói, que ousou levar para a Marquês de Sapucaí a saga de um herói popular do Brasil, a aprovação ao governo Lula e a performance do presidente nas pesquisas para a eleição presidencial deste ano seriam abaladas logo nas primeiras pesquisas pós-carnavalescas. Alguns institutos de pesquisa, por motivos óbvios, não perderam tempo e c
Bepe Damasco
27 de fev.


Falácias Lógicas: As Armas Ocultas das Campanhas Políticas
Campanhas políticas são, acima de tudo, batalhas narrativas. Elas constroem argumentos formados por premissas e conclusões, com o único objetivo de conquistar a mente e o coração do eleitor. No entanto, como bem ensina o estudo das falácias lógicas, nem todo discurso que soa convincente resiste a um escrutínio racional. Muitos argumentos políticos são fachadas persuasivas, construídas sobre erros lógicos deliberados. A conexão entre falácias e eleições é inegável e direta. Ve
Zé Maia
14 de fev.


Portugal, Chega (Mas Não Tanto)
Eu ia continuar a minha série sobre o fim do trabalho, esse tema futurista em que o capitalismo nos substitui por máquinas com mais entusiasmo do que qualquer departamento de recursos humanos. Mas a vida tem um vício antigo: interromper a filosofia com a conjuntura. E desta vez quem me puxou pela manga foi Portugal. Portugal acabou de passar por eleições e o PS venceu, e venceu por larga margem. António Seguro ficou com cerca de dois terços dos votos; Ventura, com perto de um
Filinto Branco
10 de fev.


Quando o absurdo silencia as diferenças
Há acontecimentos tão graves que suspendem, ainda que por um instante, as divisões que costumam nos separar. O caso do cãozinho orelha — um animal real, indefeso, brutalmente assassinado por um grupo de jovens — produziu exatamente esse efeito raro. Pela primeira vez em muito tempo, não houve disputa de narrativas, apropriações ideológicas ou relativizações convenientes. Houve indignação comum. Direita e esquerda reagiram juntas. Religiosos e não religiosos falaram a mesma lí
Zé Maia
2 de fev.


Cinema, Estado e soberania cultural
As quatro indicações ao Oscar de O Agente Secreto se, por um lado, nos enchem de orgulho, por outro expõem de forma clara a necessidade de se manter de pé a estrutura que possibilita o bom desempenho das produções nacionais no cenário internacional. São as políticas públicas de cultura que garantem incentivo e fomento à produção audiovisual no Brasil. A Lei do Audiovisual é um dos principais instrumentos nesse processo, ao criar mecanismos que tornam viáveis obras que, sem e

Márcio Kerbel
24 de jan.
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