Desta vez a Globo não precisa apoiar golpe de estado contra presidenta que não cometeu crime algum. Também não é necessário se dar ao trabalho de defender a prisão de um presidente, vítima de uma grande farsa judicial. Tampouco é o caso de promover outra campanha de criminalização explícita de um partido político, através do endeusamento de um juiz parcial e corrupto. Em 2026, a estratégia é outra. E é forçoso reconhecer que é bem mais sofisticada, embora tão sórdida quanto à