Houve um tempo em que Niterói ainda era Nictheroy, com “th”, com presença, com identidade construída no cotidiano e não apenas no concreto. Um tempo em que a cidade não era apenas um endereço valorizado, mas uma experiência compartilhada. Nictheroy não era só geografia. Era comportamento. Era possível caminhar pela Praia de Icaraí altas horas da noite , com um violão nas mãos, sem medo, sem pressa, sem cálculo. Havia uma confiança silenciosa no espaço público. A cidade perten