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Lula defende Flávio Dino contra Fake News


Ministro da Justiça, Flávio Dino. Foto: José Cruz.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu Flávio Dino, ministro da Justiça e Segurança Pública, contra a disseminação de fake news. Lula repudiou as mentiras que circulam sobre um suposto encontro de Dino com a esposa de um líder de facção criminosa do Amazonas. Afirmou a inexistência de qualquer evidência fotográfica e destacou a contribuição do ministério na proteção da Amazônia, no combate ao crime organizado e na defesa da democracia. O presidente atribuiu a disseminação das fake news à insatisfação de adversários com a perda de espaço para atividades criminosas.


“Essas ações despertam muitos adversários, que não se conformam com a perda de dinheiro e dos espaços para suas atuações criminosas. Daí nascem as fake news difundidas numa clara ação coordenada. Nós reiteramos: não haverá recuos diante de criminosos e seus aliados, estejam onde estiverem, sejam eles quem forem”, acrescentou o presidente.


O jornal "O Estado de S.Paulo" publicou sobre reuniões no Ministério da Justiça, onde a esposa de um líder de facção criminosa esteve presente. O Ministério justificou a presença, afirmando que ela fazia parte de uma comitiva de advogados. Secretários do Ministério se pronunciaram, negando vínculos com atividades criminosas, enquanto Elias Vaz, secretário de Assuntos Legislativos, explicou ter se reunido com Janira Rocha, representante da Associação Instituto Liberdade do Amazonas.


Flávio Dino desmentiu categoricamente a participação em tal encontro, considerando as acusações como mentiras absurdas. Anunciou a intenção de processar os autores das fake news. O Ministério da Justiça implementou medidas mais rígidas para a entrada de visitantes no Palácio da Justiça, exigindo prévio agendamento e autorização para recepção.


Os ataques difamatórios, segundo o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, visam desestabilizar o trabalho corajoso de Flávio Dino à frente do Ministério da Justiça.


Para Almeida, as tentativas de associar o governo ao crime organizado refletem a tentativa de extremistas de direita em minar a reconstrução da política de direitos humanos. O ministro esclareceu que a presença da esposa de um líder de facção no Encontro de Comitês e Mecanismos de Prevenção e Combate à Tortura foi custeada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, como representante indicada pelo comitê do Amazonas.


Da redação, com Agência Brasil


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